Arquivo da categoria: Saúde e bem-estar

Regras para evitar poluição sonora no município de Vila Velha

A cidade de Vila Velha passou a contar desde o dia 13 de janeiro de 2022 com uma nova legislação para controle da poluição sonora resultante de atividades urbanas e rurais no município. 

Na construção civil, por exemplo, ficou estabelecido o período de 08 às 19 horas, de segunda a sexta-feira, e de 8h às 13 horas, no sábado, para execução de atividades que produzam ruídos.

“Com a publicação dessa Lei, os Agentes Fiscais atuarão com maior embasamento técnico e legal no desenvolvimento de ações que visam o atendimento à proposta de ordenamento que o município adotou na atual gestão”

Diário Oficial de Vila Velha

 

 

Monkeypox

FORMAS DE TRANSMISSÃO

  • O vírus Monkeypox é um vírus de DNA, em que a transmissão entre humanos pode resultar de contato próximo pela via respiratória, lesões na pele de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados. A transmissão respiratória por gotículas coloca em maior risco os profissionais de saúde, membros da família e outros contatos próximos. A transmissão também pode ocorrer através da placenta, o que pode levar à varíola congênita, ou pelo contato próximo durante e após o nascimento.
  • Apesar de, na epidemia atual da doença, ter-se observado sua transmissão mais frequentemente entre homens que praticam sexo com homens (HSH), não está claro neste momento se pode ser transmitida especificamente através da via sexual, portanto, não é classificada como uma IST (infecção sexualmente transmissível). Estudos são necessários para entender melhor esse risco.
  • A Monkeypox pode ocorrer em qualquer indivíduo que tenha contato com uma pessoa infectada, através de lesões na pele e gotículas, que podem estar presentes mesmo em objetos compartilhados, como roupas de cama e toalhas. A ampla detecção e isolamento e não compartilhamento de objetos, mesmo de casos suspeitos, torna-se uma importante medida de controle da doença.

 

 

COVID-19 : Fim do estado emergencial

Após quase dois anos, terminou neste domingo, 22 de maio, o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional no Brasil, em virtude da pandemia de COVID-19. A sua revogação se deu por intermédio de portaria do governo federal assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Desde que entrou em vigor, em fevereiro de 2020, a situação permitiu que o governo federal e os governos estaduais e municipais tomassem uma série de medidas para o enfrentamento à pandemia, como o uso obrigatório de máscaras, a autorização emergencial para vacinas e a adoção de diversas novas regras trabalhistas pelas empresas.

Segundo o Ministério da Saúde mais de 2.000 normas deixam de valer com o seu fim, ou seja, diversas normas jurídicas criadas especialmente neste período deixarão de produzir efeitos. A partir de agora, portanto, as empresas estão desobrigadas a manter essas regras, contudo, podem continuar com essas normas preservando uma postura de prevenção e cuidado com a saúde e a segurança de seus colaboradores.

O principal reflexo está no fim da vigência da Portaria Conjunta nº 20/2020, estabelecida pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério do Trabalho, contendo medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da Covid-19 em ambientes de trabalho, entre elas o uso obrigatório de máscaras, distanciamento social, ventilação dos espaços e as condutas e afastamentos de casos suspeitos ou confirmados.

Principais pontos de atenção

  • Máscaras, distanciamento e higiene – Não são mais obrigatórios;
  • Gestantes – vacinadas ou não, deverão retornar imediatamente ao trabalho presencial;
  • Teletrabalho – empresas podem determinar o retorno ao trabalho presencial;
  • Férias -caso a empresa já havia antecipado as férias, a medida continua valendo, contudo, a partir de agora o colaborador deverá ser avisado com prazo mínimo de 30 dias.
  • Afastamento – colaboradores que apresentem sintomas de gripe não serão mais afastados até que um teste confirme um caso positivo de infecção pelo vírus.
  • Home office – nova situação não impacta na legislação que trata do trabalho em home office. É preciso verificar contrato de trabalho;
  • Flexibilização das regras trabalhistas – deixam de valer regras previstas na a MP 1.109, como antecipação de férias individuais e de feriados, compensação de jornada por meio de regime diferenciado de banco de horas, suspensão da exigência dos recolhimentos do FGTS e redução proporcional da jornada de trabalho e do salário ou suspensão temporária do contrato de trabalho.

 

Água amarelada na Grande Vitória – Como pedir ressarcimento.

 

Os moradores de Vitória que receberam água com uma coloração amarelada e tiveram que realizar o descarte, como foi recomendado pela Cesan, podem solicitar o ressarcimento de despesas com a compra de água por carros-pipa e da limpeza dos reservatórios e caixas d’água. A informação foi divulgada pela própria Cesan, que vai providenciar o valor a partir da próxima fatura.

“Quando o serviço foi concluído e o fornecimento retomado, a água voltou com muita força e desprendeu materiais que ficam retidos nas paredes das tubulações, o que causou a alteração na cor do líquido, deixando-o mais escuro e amarelado”, informou a Cesan.

Para ter o desconto do volume de água descartado, a solicitação poderá ser feita a partir do recebimento da próxima fatura. “Tanto para o ressarcimento quanto para o reembolso das despesas decorrentes da compra de água por carros-pipa e da limpeza do reservatório (caixa d’água), é preciso preencher um ou os dois formulários, de acordo com a situação de cada imóvel”, informou.

Carta de solicitação de Ressarcimento

Carta de Solicitação de Revisão de Fatura

Após o preenchimento, o cliente deve entrar em contato pelo atendimento eletrônico da Cesan (LINK), ou indo até uma Agência de Atendimento ao Cliente Cesan mais próxima.

A lista das agências pode ser conferida pode ser conferida nesse LINK .

A Cesan informou que os moradores também podem obter mais informações e tirar dúvidas pelo telefone 115. 

 

 

 

 

 

 

Corona virus – es

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em melhora na saúde

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Duas horas de silêncio por dia poderia melhorar a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos

Nos últimos anos, os pesquisadores têm destacado o poder peculiar do silêncio para acalmar nossos corpos, aumentar o volume em nossos pensamentos internos e sintonizar nossa conexão com o mundo. Suas descobertas começam em pesquisas sobre o contrário do silêncio – o barulho.

Muito já se escreveu sobre a “poluição sonora”, uma expressão criada na década de 1960, quando os cientistas descobriram que a exposição diária ao barulho intenso das estradas e aeroportos estava ligada a uma variedade de problemas de saúde: doenças cardíacas, problemas de sono, pressão alta e, menos surpreendentemente, perda auditiva. Os sons podem ser tão intensos que podem até causar danos muito mais imediatos, forte o suficiente para rasgar um buraco em seus tímpanos.

Se a exposição excessiva a sons altos é ruim para nós, a falta de som significa a falta de danos físicos causados pela poluição sonora. O silêncio é neutro. Segundo um artigo de Daniel Gross publicado na revista Nautilus, diversas pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em saúde melhorada, assim como a exposição prolongada e repetida ao ruído pode debilitá-la.

Estudos de fisiologia humana ajudam a explicar: as ondas sonoras vibram os ossos da orelha, que transmitem o movimento para a cóclea em forma de caracol. A cóclea converte as vibrações físicas em sinais elétricos que o cérebro recebe. O corpo reage imediatamente e poderosamente a esses sinais, mesmo no meio do sono profundo. Pesquisas neurofisiológicas sugerem que os ruídos ativam primeiramente a amígdala cerebeloza, aglomerados de neurônios localizados nos lobos temporais do cérebro, associados à formação de memória e à emoção. A ativação solicita uma liberação imediata de hormônios do estresse, como o cortisol. Pessoas que vivem em ambientes barulhentos, muitas vezes experimentam níveis cronicamente elevados de hormônios do estresse.

Em 2011, a Organização Mundial de Saúde concluiu que os 340 milhões de habitantes da Europa Ocidental – aproximadamente a mesma população dos Estados Unidos – perderam anualmente um milhão de anos de vida saudável por causa do ruído. Eles até argumentaram que três mil mortes por doenças cardíacas eram, em sua raiz, o resultado de ruído excessivo.

Então, a primeira conclusão é que o silêncio é bom pelo o que ele não faz – não acorda, não nos irrita ou não nos mata. Mas quais seriam então seus benefícios pelo que faz?

O artigo de Gross cita algumas pesquisas com interessantes revelações e a maioria delas foi descoberta por acaso, como no caso do pesquisador Luciano Bernardi que realizava um estudo dos efeitos fisiológicos da música em 2006. Bernardi queria mostrar o impacto da música relaxante no cérebro, e, para sua surpresa, descobriu que entre as faixas musicais, em trechos de silêncio inseridos aleatoriamente revelaram-se muito mais relaxantes do que a música “relaxante”. As pausas em branco que Bernardi considerava irrelevantes, em outras palavras, tornou-se o objeto de estudo mais interessante.

Outra pesquisadora citada no artigo que analisou esta questão foi a bióloga regenerativa da Universidade Duke, Imke Kirste. Em 2013, ela estudava os efeitos dos sons no cérebro de ratos adultos. Como Bernardi, ela pensou no silêncio como um controle que não produziria um efeito. Mas para sua grande surpresa, Kirste descobriu que duas horas de silêncio por dia levaram ao desenvolvimento celular no hipocampo, a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos. Isso era profundamente intrigante: a ausência total de insumos estava tendo um efeito mais pronunciado do que qualquer tipo de entrada testada.

O crescimento de novas células no cérebro nem sempre tem benefícios para a saúde. Mas, neste caso, Kirste diz que as células pareciam se tornar neurônios funcionais. “Vimos que o silêncio está realmente ajudando as novas células geradas a se diferenciar em neurônios, e se integrar no sistema”.

Imagine, por exemplo, que você está ouvindo uma música que gosta muito quando o rádio de repente desliga. Neurologistas descobriram que se você conhece bem a música, o córtex auditivo do seu cérebro permanece ativo, como se a música ainda estivesse tocando. “O que você está ‘ouvindo’ não está sendo gerado pelo mundo exterior”, diz David Kraemer, que conduziu esses tipos de experimentos em seu laboratório de Dartmouth College. “Você está recuperando uma memória”. Os sons nem sempre são responsáveis pelas sensações, às vezes nossas sensações subjetivas são responsáveis pela ilusão do som.

Alguns cientistas esperam que essas descobertas possam conduzir a tratamentos potenciais para pessoas com distúrbios associados ao abrandamento do crescimento celular no hipocampo, como demência ou depressão. Mas até agora, pelo menos, a neurociência do silêncio parece sugerir isso: para o cérebro, o silêncio faz bem.

Uma maneira de aproveitar o silêncio é através da prática do tradicional banho de floresta japônes (shinrin-yoku), que traz diversos benefícios à saúde. Um outro estudo também avaliou que sentir o cheiro da natureza reduz estresse e doenças.

Fonte : CicloVivo

 

15 hábitos que te farão pegar no sono mais rápido e dormir melhor

Dormir é bom, mas em um mundo onde as pessoas passam a maior parte do seu tempo ocupadas e estressadas, pode ser também difícil. O problema é que não dormir tem efeitos péssimos: além de fazer muito mal à saúde, o hábito nos deixa menos eficientes e mais nervosos.

Em média, os norte-americanos dormem 6,8 horas por noite, uma hora a menos do que dormiam em 1942. Quatro entre dez pessoas nascidas nos Estados Unidos não têm as mínimas sete horas de sono recomendadas pelos médicos. É preocupante, já que a fadiga causa problemas no curto e no longo prazo em nossa saúde mental e física.

Felizmente, a ciência mostra que há alguns hábitos que podem nos ajudar a pegar no sono mais rápido e a dormir melhor – e a revista Bussiness Insider reuniu 15 dicas neste artigo. Confira:

1. Apague as luzes do seu quarto

Pode até parecer óbvio, mas vale a reiteração: uma das piores coisas que você pode fazer consigo mesmo é manter as luzes acesas à noite. A claridade – especialmente das luzes mais azuladas – confunde seu cérebro, que acredita que ainda é dia e atrasa a liberação de substâncias importantes para o sono, como a melatonina. Se você não consegue dormir no mais completo breu, pode seguir a recomendação da Escola de Medicina de Harvard e manter uma luz vermelha (não muito brilhante) acesa durante a noite.

2. Desgrude do celular

Outra dica que pode não ser tão surpreendente, mas continua muito válida. Diversos estudos já comprovaram que ficar com os olhos grudados em uma tela antes da hora de dormir é terrível para o seu sono – e pouco importa se é uma televisão, um tablet ou um smartphone. Se você quer adormecer rápido, fique longe dos pixels.

3. Deixe o café de lado (pelo menos um pouco)

A cafeína pode até ajudar a lidar com os sintomas do sono insuficiente e ineficiente, mas também tem papel importante na causa deles. O café altera os níveis de melatonina no seu cérebro, fazendo com que você demore mais a pegar no sono. No fim das contas, você acaba dormindo ainda menos – mesmo que você não tome uma xícara da bebida logo antes da hora de dormir.

4. Maneire no álcool

A verdade é uma só: o álcool é uma substância ruim para a saúde, especialmente se você sofrer de insônia. Um relatório publicado pelo National Institute of Health baseado em décadas de estudo mostrou que as substâncias alcoólicas afetam também o sono. Mesmo quem bebe pouco demora mais para adormecer, dorme menos e a qualidade do sono é pior. O álcool também aumenta o risco de doenças do sono, como a apneia.

5. Só durma com pessoas que te fazem feliz

Tenha certeza de que a pessoa que você leva para cama faz você feliz. Muitos pesquisadores dizem que ainda há muito para aprender sobre o sono das pessoas que dormem juntas, mas existem evidências que comprovam que casais felizes dormem melhor juntos – e que pessoas que dormem bem juntas se transformam em casais muito mais felizes.

6. Tenha uma rotina para a hora de dormir

Os hábitos, de forma geral, têm um papel importante nos mais variados aspectos de nossas vidas e, por isso, faz sentido que eles também possam te ajudar a dormir mais e melhor. Infelizmente, não existem muitos estudos sobre o impacto da rotina antes de dormir em adultos, mas diversas pesquisas feitas com crianças mostram que a rotina pode ser útil para o sono.

7. Mantenha seus pés e mãos aquecidos…

Manter as extremidades do corpo aquecidas na hora de dormir faz uma grande diferença na velocidade com que você pega no sono. Mas note: isso não é uma lei universal e não se aplica a todas as pessoas, já que muita gente prefere manter os pés para fora do cobertor enquanto está deitada na cama.

8. … Mas deixe seu quarto mais frio

Seu cérebro até pode preferir que você mantenha suas extremidades aquecidas, mas ele também funciona melhor em uma atmosfera um pouco mais fria da que chamamos tipicamente de “temperatura ambiente”. Se você tem ar-condicionado em casa, vale ajustá-lo a uma temperatura um pouco abaixo da que você está acostumado.

9. Tome um banho quente

Não há muitos estudos que comprovem a eficácia desse conselho, mas os existentes são suficientemente válidos. Antes de dormir, experimente tomar um banho quente; o hábito te fará relaxar e adormecer com mais facilidade.

10. Encontre a paz dentro da sua cabeça

Muitas pessoas que sofrem de insônia reclamam dos pensamentos e imagens que insistem em ocupar a mente antes da hora de dormir. A boa notícia é que muitos estudos comprovaram que pensar em imagens prazerosas enquanto você estiver deitado pode trazer a calma necessária para o sono. Alguns aplicativos podem te ajudar com isso, como o gratuito Sleep Better (disponível para iOS e Android).

11. Ouça música

Estudos mostraram que ouvir música clássica pode melhorar a qualidade do sono de estudantes. O truque aqui, no entanto, não diz respeito somente a Vivaldi e Beethoven, mas também a qualquer música que você ache relaxante.

12. Perfume seu quarto com lavanda

Um estudo feito apenas com pessoas saudáveis mostrou que a essência de lavanda ajuda mulheres e homens a dormir mais profundamente e, consequentemente, acordar mais revitalizados. Os dois gêneros, no entanto, tiveram tipos diferentes de sono quando estavam em quartos perfumados – mas ambos os grupos foram beneficiados.

13. Faça bolhinhas de sabão

Acredite, não é tão maluco quanto parece. Rachel Marie E. Salas, professora de neurologia na Johns Hopkins University School of Medicine, é defensora da técnica porque ela é, no fim das contas, apenas mais um exercício de respiração que você pode fazer sem nenhuma prática. Outro ponto positivo? Fazer bolhas de sabão é uma forma de distração, o que pode te ajudar a limpar sua cabeça enquanto você se prepara para ir para a cama.

14. Descubra o que funciona melhor para você

Muitas sugestões desta lista buscam criar situações relaxantes que possam ajudar na regulação de seu sono. Mas toda pessoa é única e os hábitos que funcionam para cada um são diferentes. Experimente as dicas uma ou duas vezes e preste atenção no que fez ou não diferença para você.

15. Se tudo falhar, procure um médico

Algumas pessoas têm níveis de insônia que requerem tratamento. Esse problema pode estar relacionado a outras questões de saúde ou simplesmente ser um caso isolado. Em ambos os casos, dormir mal é ruim para sua saúde, felicidade e bem-estar. Um médico será capaz de diagnosticar seu problema com maior precisão.