Andrew Warkentin passou mais de vinte anos colecionando sistemas operacionais antigos e os fazendo funcionar.
O resultado é o Virtual OS Museum, um lançador e máquina virtual Linux que inicializa cerca de 570 sistemas operacionais em QEMU, VirtualBox ou UTM, com tudo pré-instalado, pré-configurado e restaurado a um estado funcional conhecido por uma ferramenta de snapshot quando uma instalação falha.
O catálogo abrange 1.700 instalações em 250 plataformas. Começa em 1948 com o Manchester Baby, a máquina geralmente considerada o primeiro computador com programa armazenado, e termina com as primeiras versões beta do Longhorn e o Mac OS X 10.5 em PowerPC.
A solenidade inaugura o Ciclo de Transparência – Eleições 2024.
Processo acontece um ano e dois dias antes das eleições municipais de 2024, que serão realizadas em 6 de outubro.
O código será aberto faltando 1 ano e 2 dias para as eleições municipais e ficará disponível, em tempo integral, em uma sala de vidro no subsolo do TSE até a fase de lacração dos sistemas, nas vésperas do pleito. Ao longo desse período, instituições públicas, órgãos federais, partidos políticos, universidades e a sociedade civil poderão acompanhar e analisar o código-fonte, mediante agendamento prévio.
O que pode ser analisado? Todos os sistemas da urna eletrônica ficam disponíveis para avaliação da sociedade, incluindo:
Sistema operacional;
Bibliotecas;
Programas de criptografia e respectivos compiladores;
Sistemas utilizados na geração de mídias;
Sistemas usados na transmissão, no recebimento e no gerenciamento dos arquivos de totalização.
Antes das eleições de 2022, nove entidades foram ao TSE para examinar a programação das urnas eletrônicas, entre novembro de 2021 e agosto de 2022.
A abertura dos códigos-fonte dos softwares da urna eletrônica é um procedimento realizado pela Justiça Eleitoral, pelo menos um ano antes de cada eleição.
Eventuais inconformidades encontradas pelas entidades fiscalizadoras devem ser apresentadas ao TSE, que é responsável por corrigi-las e demonstrar os ajustes realizados.
Os dispositivos são contaminados com o vírus por meio de golpes de phishing, que consistem na infecção do aparelho quando o usuário clica em links maliciosos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou redes sociais. Ao clicar no link – que pode conter falsas ofertas, premiações ou promoções – o usuário, na realidade, aceita o download do vírus.
Como evitar o BrasDex?
O BrasDex pode resultar em graves problemas de privacidade e perdas financeiras significativas. Para evitar que o malware não entre no seu celular, recomenda-se:
Evitar clicar em links desconhecidos;
Não instalar apps fora das lojas oficiais;
Ativar um segundo fator de autenticação via biometria ou app terceiros em todas as suas contas;
Não aceitar o consentimento de tudo ou dar acesso irrestrito ao celular;
Deixar o celular somente com aplicativos que estão em uso;
E esse golpe que hackers estão fazendo na transferência por pix no app da @nubank ?