Arquivo da categoria: Sem categoria

Petição de construção de uma Estrela da Morte

O Governo dos EUA criou um serviço de petições online, onde cidadãos podem pedir que assuntos sejam considerados e respondidos oficialmente pelo Presidente Obama ou seus assessores.

Foi criada então uma petição :

“Garantir recursos e verba, e começar a construção de uma Estrela da Morte até 2016”

Que tiveram um pouco mais de 34000 assinaturas.

A casa branca então respondeu de forma genial :


Esta não é a resposta à petição que vocês estão desejando

por Paul Shawcross

A Administração compartilha seu desejo por criação de empregos e uma defesa nacional forte, mas uma Estrela da Morte não está em vista. Aqui algumas razões:

  • O custo de construção de uma Estrela da Morte foi estimado em mais de US$850.000.000.000.000.000,00. Nós estamos trabalhando duro para reduzir o déficit, não aumentá-lo.
  • A Administração não apoia explodir planetas.
  • Para que gastaríamos incontáveis dólares dos contribuintes em uma Estrela da Morte com uma falha fundamental que pode ser explorada por um caça de um só homem?

Entretanto, olhe com atenção (aqui como) e você perceberá que já há algo flutuando no céu – não é uma Lua, é uma Estação Espacial! Sim, nós já temos uma estação espacial internacional gigante, do tamanho de um campo de futebol, em órbita da Terra, que está nos ajudando a aprender como humanos podem viver e progredir no espaço por longos períodos. A estação tem no momento seis astronautas – americanos, russos e canadenses- Conduzem experimentos, aprendem como viver e trabalhar no espaço, rotineiramente recebem naves visitantes e consertam o compactador de lixo, etc. Também temos dois robôs-laboratórios científicos, – um com um laser– andando por Marte, pesquisando se a Vida já existiu no Planeta Vermelho.

Entenda, o espaço não é mais restrito ao governo. Empresas privadas americanas, através do Commercial Crew and Cargo Program Office (C3PO) da NASA estão levando carga –e logo, tripulantes- para o espaço, e planejando uma missão lunar ainda nesta década.

Mesmo com os Estados Unidos não tendo nada que faça a Corrida de Kessel em menos de 12 parsecs, temos duas naves deixando o Sistema Solar e estamos construindo uma sonda que voará para as camadas exteriores do Sol. Estamos descobrindo centenas de planetas em outros sistemas solares e construindo um sucessor do telescópio Hubble que enxergará os primórdios do Universo.

Nós não temos uma Estrela da Morte, mas temos esferas-robôs assistentes pessoaisflutuando na Estação Espacial, um Presidente que sabe usar um Sabre de Luz e Canhões Avançados (de marshmallow), e a DARPA – Agência de Pesquisa de Projetos Avançados, que banca pesquisas na construção do braço do Luke, droids flutuantes e andadores de 4 patas.

Estamos vivendo no futuro! Aproveite. Ou melhor: Ajude a construi-lo, buscando uma carreira em ciência, tecnologia, engenharia ou exatas. O Presidente organizou a primeira Feira de Ciências da Casa Branca e as Noites de Astronomia no Jardim Sul da Casa Branca, porque ele sabe que esses domínios são críticos para o futuro de nosso país, e para garantir que os Estados Unidos continuem liderando o mundo nessas áreas.

Se você buscar uma carreira em ciência, tecnologia, engenharia ou exatas, a Força estará conosco. Lembre-se, o poder da Estrela da Morte de destruir um planeta, ou mesmo um sistema solar inteiro, é insignificante diante do poder da Força.


Fontes : meioBit , https://petitions.whitehouse.gov .

Brasil pode se tornar membro oficial do CERN

Sócio do LHC

Representantes do do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em inglês), estiveram no Brasil para avaliar se o país tem condições de se tornar membro associado da instituição.

O CERN é o responsável pela construção e operação do maior acelerador de partículas do mundo – o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) -, onde foram descobertos nos últimos meses indícios da existência do bóson de Higgs.

Até hoje, 20 países europeus são oficialmente membros do CERN, que foi fundado em 1954. Outros 40 países que não são membros oficiais, incluindo o Brasil, têm pesquisadores participando dos experimentos realizados na instituição.

A partir de 2010, em função da redução da contribuição de seus países-membros, causada pela crise econômica europeia, a organização passou a aceitar como membros associados países não europeus.

O Brasil e Rússia, entre outras nações, demonstraram interesse em fazer parte do grupo.

Custos e benefícios

Para se tornar membro associado, os representantes do CERN avaliam se a comunidade de físicos, além de universidades, instituições de pesquisa e empresas do país têm condições de se beneficiar das atividades relacionadas à física de partículas realizadas na instituição e das tecnologias associadas e geradas a partir delas.

A internet, por exemplo, foi criada em 1989 por um cientista do CERN – o físico britânico Tim Berners-Lee, em parceria com outro pesquisador da instituição, o belga Robert Cailliau.

Se for aceito como membro oficial do CERN, o Brasil terá que contribuir com uma taxa anual calculada em função do PIB do país – o orçamento da instituição foi o equivalente a R$2,54 bilhões em 2011.

Em contrapartida, as indústrias brasileiras poderão se habilitar para participar dos contratos que a instituição oferece para o fornecimento de tecnologias para as atualizações do LHC e para os experimentos realizados na instituição.

Além disso, o país também poderá participar dos programas de pós-doutorado, treinamento para engenheiros e períodos sabáticos oferecidos pelo CERN e ser membro do conselho da instituição.

Como membro oficial do centro de pesquisa, o Brasil ainda terá poder de voto nos comitês de colaborações, que decidem como serão realizados e financiados os experimentos e as análises dos dados gerados por eles.

Participação brasileira no LHC

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) participa da colaboração Compact Muon Solenoid (CMS, na sigla em inglês), um dos grandes detectores do LHC.

Os pesquisadores da Unesp integram o Centro de Pesquisa e Análise de São Paulo (Sprace, na sigla em inglês), criado em 2003.

O Sprace teve participação ativa no experimento DZero do Fermilab, nos Estados Unidos, que operou até setembro de 2011 e já publicou mais de 130 trabalhos científicos resultados de pesquisas com a colaboração CMS.

O cluster do Sprace, atualmente com capacidade de armazenamento de 1 petabyte, faz parte do Worldwide Computing Grid do LHC (WLCG).

Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também participam da colaboração ALICE, outro detector do LHC, que reúne mais de 1,2 mil cientistas de 36 países e 132 instituições de pesquisa diferentes.

Em sua passagem pelo Brasil, a delegação do CERN visitou universidades, instituições de pesquisa e empresas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Brasília.

Polêmica

Recentemente o Brasil formalizou sua adesão a outro grande projeto internacional, o Observatório Europeu do Sul (ESO).

A medida recebeu duras críticas da comunidade científica não envolvida com a decisão, que afirma que os recursos poderiam ser gastos de forma mais produtiva com pesquisas mais afetas aos trabalhos desenvolvidos nas universidades brasileiras.

Fonte : Informação Tecnológica

Ovelhas suíças já podem avisar sobre ataque de lobos via SMS

O biólogo suíço Jean-Marc Landry está promovendo a inclusão digital de ovelhas.

Involuntariamente, os quadrúpedes sob os testes de Landry estão enviando mensagens de texto com o uso de um colar que detecta o aumento de sua frequência cardíaca –o que ocorre quando da presença de um lobo, por exemplo.

O SMS seria enviado para seus donos.

Além do envio de mensagens de texto por celular, são cogitados os métodos de alerta sonoro e de spray químico para repelir os lobos.

Denis Balibouse/Reuters

Ovelhas e cães pastores em Les Diablerets (Suíça), onde dispositivo faz caprinos enviarem SMS automático

Ovelhas e cães pastores em Les Diablerets (Suíça), onde dispositivo faz caprinos enviarem SMS automático

O intuito é frear os crescentes ataques dos caninos que vão da Itália até os Alpes suíços em busca das vulneráveis presas, em especial as que pertencem a criadores que não têm renda suficiente para comprar cães pastores, segundo a BBC.

Os testes com protótipos estão sendo realizados nas proximidades de Les Diablerets, na cadeia de montanhas bernesa, e incluem monitores cardíacos similares aos utilizados por corredores e ciclistas.

Quando submetidos a estresse, os caprinos praticamente triplicam seu batimento cardíaco que, em nível normal, fica entre 60 e 80 batimentos por minuto.

Landry, que faz parte do grupo suíço de estudo de carnívoros chamado Kora, disse à rede britânica que os primeiros dispositivos serão produzidos entre setembro e dezembro.

Fonte : Folha